sábado, 31 de dezembro de 2011

O HOMEM SÓ É COMPLETO SE TIVER FÉ, ESPERANÇA E AMOR


Um dia, a FÉ, a ESPERANÇA e o AMOR saíram pelo mundo para ajudar os aflitos. Quem das três, seria capaz de realizar o melhor trabalho para a glória de Deus?
A beira da estrada da vida encontraram um homem pobre que sofria com uma doença que o deixou paralítico desde nascença. Mendigava às almas caridosas a fim de sobreviver. Diante daquela situação, a FÉ tomou a frente da Esperança e do Amor para resolver o caso. Disse: Esperem aqui, vou realizar minha obra na vida daquele infeliz e tirá-lo daquela situação. A FÉ trouxe ao homem a palavra de Deus e assim ela foi reproduzida no coração dele. Imediatamente aquele homem se rebelou contra aquela situação e usou a FÉ que tinha no coração para determinar sua cura e, no momento em que orava, seus ossos e juntos tornaram-se firmes. Finalmente ficou de pé e saltou de alegria. Não precisava ficar mais a beira da estrada para mendigar e muito menos padecer todas as dores de antes.
Passadas algumas horas, o homem não tinha para onde ir. Nem casa, nem profissão, que lhe desse condições de se estabelecer na vida.
Neste momento a ESPERANÇA sentiu que era chegada a sua vez de trabalhar. Ela o levou para o alto da montanha e fez com que ele visse os férteis campos da terra. Desta maneira, foi mudando o seu coração e o homem entendeu que podia prosperar. Movido pela força da ESPERANÇA, ele se pôs a caminho. Logo conseguiu um emprego, em uma fazenda próxima, e rapidamente aprendeu a cultivar a terra. Em pouco tempo, tinha juntado o suficiente para comprar seu próprio campo.
Com FÉ e ESPERANÇA, renovava suas forças a cada dia, e em poucos anos expandiu grandemente seus negócios. Suas colheitas eram exportadas em navio, alcançando portos de todo o mundo. Ele tinha muitos empregados e se tornou o homem mais rico da terra.
A FÉ e a ESPERANÇA estavam satisfeitas com o maravilhoso trabalho que haviam produzido na vida daquele homem.

Então disseram ao Amor:
"Não te preocupes em realizar tua obra. Vês, que juntas, mudamos completamente a vida deste homem, fazendo-o forte e próspero".

Assim, o Amor partiu em busca de alguém a quem pudesse ajudar. O império daquele homem se expandia por todo o lado, de forma que eram tantas as casas que muitas delas nem sequer conhecia. Viajou o mundo inteiro e nada mais havia que o surpreendesse.
Mas com o passar do tempo o homem foi ficando triste e enfastiado. "Tenho tudo que um homem possa desejar" dizia ele, "mas ainda me sinto vazio".
A FÉ e a ESPERANÇA conversavam o que podiam fazer para torná-lo forte como antes? Ele agora não precisava do milagre da cura nem da Esperança para crer no sucesso do seu futuro, pois era muito rico. Então as duas foram correndo em busca do AMOR para lhe pedir ajuda. O AMOR voltou com elas e realizou sua obra no coração daquele homem. Ao sentir AMOR, ele passou a entender Deus e a sua mais extraordinária obra. Surgiu a necessidade de ajudar outros com os mesmos problemas que os seus.
A FÉ e a ESPERANÇA entenderam que embora suas obras tivessem sido de grandeza extraordinária... com o passar do tempo, sem AMOR, tudo perdia o sentido.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Sobre o Festival Portas Abertas

     Para começar deixo claro q não tenho nada contra a corais, coreografias e coisas do gênero, até pq quando bem ensaiadas as apresentações são belissimas. Até mesmo são expressão de arte e alcança muitas pessoas pq são das diferentes expressões da ação de Deus sobre seu povo e sobre aqueles que ainda não tomaram uma decisão.
     O trabalho enriquece ainda mais, quando deixamos de lado tendências e tradicionalismos, é difícil falar de ritmos para uma geração que cresceu no evangelho ou o conheceu da década de 50 até 80. Já ouvi inumeros debates, conversas e até alterações de ânimo sobre isso.
      O problema está quando as pessoas pensam que existe apenas uma ou poucas formas de se propagar o evangelho, pensam que ou é apenas pela pregação ou o corinho, sobretudo, aqueles que vão ao som do pandeiro. A igreja (membros) chegam a ser egoistas quando se esquecem de uma fatia grande de seus membros: Os jovens e adolescentes. Esquecem de contextualizar. Falam de buscar está geração e incluo aí desde de seus 16 anos até 35 anos. No entanto, não querem utilizar por exemplo o pop, pop-rock, sertanejo e por que não também o brega e o carimbó gospel. Uma vez que sempre estamos importando os ritmos do eixo Rio-São Paulo, Americano e Europeu. Dizer que as pessoas que estão ali louvando a Deus, não estão louvando e sim satisfazendo seu próprio ego, caimos assim ,num erro tremendo mais costumeiro. Destronamos Deus e começamos a fazer nosso próprio julgamento. Certa vez ouvi de um jovem que disse a mim que sentiu Deus ao ouvir rock gospel. Eu posso ir de contra a isso?! E sinceramente qual o problema de dar alguns movimentos seja para um lado ou para frente e para trás. Bater palmas (eu não bato pq não tenho qualquer sincronismo rsrsrsrs), pulos e tudo mais. Inclusive faz bem para o meu corpo, faz bem para minha alma (mente), será que não fará para o meu espírito?! Sou mais ou menos espiritual se fizer tal coisa? Sinceramente...
    Poderia falar muito mais sobre o assunto, deixemos para outra oportunidade, não estou dizendo que todas essas coisas aconteceram no Festival Portas Abertas. Mais vi a oportunidade de jovens locais se expressarem nos diferentes ritmos e uma exposição de fotografias de André Morais.
   Quando pude observar (e olha como observo, chego até me irritar com isto, mas estou aprendendo que é apenas um costume de um crítico), vi as pessoas felizes, divertindo-se e assim como eu sentindo a presença de Deus, num lugar aconchegante que é o Memorial dos Povos. Se fomos falar então do Palacete Bolonha. Palacete construido em 1905, por Francisco Bolonha dado de presente a esposa.