quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Sobre o Festival Portas Abertas

     Para começar deixo claro q não tenho nada contra a corais, coreografias e coisas do gênero, até pq quando bem ensaiadas as apresentações são belissimas. Até mesmo são expressão de arte e alcança muitas pessoas pq são das diferentes expressões da ação de Deus sobre seu povo e sobre aqueles que ainda não tomaram uma decisão.
     O trabalho enriquece ainda mais, quando deixamos de lado tendências e tradicionalismos, é difícil falar de ritmos para uma geração que cresceu no evangelho ou o conheceu da década de 50 até 80. Já ouvi inumeros debates, conversas e até alterações de ânimo sobre isso.
      O problema está quando as pessoas pensam que existe apenas uma ou poucas formas de se propagar o evangelho, pensam que ou é apenas pela pregação ou o corinho, sobretudo, aqueles que vão ao som do pandeiro. A igreja (membros) chegam a ser egoistas quando se esquecem de uma fatia grande de seus membros: Os jovens e adolescentes. Esquecem de contextualizar. Falam de buscar está geração e incluo aí desde de seus 16 anos até 35 anos. No entanto, não querem utilizar por exemplo o pop, pop-rock, sertanejo e por que não também o brega e o carimbó gospel. Uma vez que sempre estamos importando os ritmos do eixo Rio-São Paulo, Americano e Europeu. Dizer que as pessoas que estão ali louvando a Deus, não estão louvando e sim satisfazendo seu próprio ego, caimos assim ,num erro tremendo mais costumeiro. Destronamos Deus e começamos a fazer nosso próprio julgamento. Certa vez ouvi de um jovem que disse a mim que sentiu Deus ao ouvir rock gospel. Eu posso ir de contra a isso?! E sinceramente qual o problema de dar alguns movimentos seja para um lado ou para frente e para trás. Bater palmas (eu não bato pq não tenho qualquer sincronismo rsrsrsrs), pulos e tudo mais. Inclusive faz bem para o meu corpo, faz bem para minha alma (mente), será que não fará para o meu espírito?! Sou mais ou menos espiritual se fizer tal coisa? Sinceramente...
    Poderia falar muito mais sobre o assunto, deixemos para outra oportunidade, não estou dizendo que todas essas coisas aconteceram no Festival Portas Abertas. Mais vi a oportunidade de jovens locais se expressarem nos diferentes ritmos e uma exposição de fotografias de André Morais.
   Quando pude observar (e olha como observo, chego até me irritar com isto, mas estou aprendendo que é apenas um costume de um crítico), vi as pessoas felizes, divertindo-se e assim como eu sentindo a presença de Deus, num lugar aconchegante que é o Memorial dos Povos. Se fomos falar então do Palacete Bolonha. Palacete construido em 1905, por Francisco Bolonha dado de presente a esposa.