segunda-feira, 21 de maio de 2012

Tony Reinke – O Vingador | Voltemos Ao Evangelho

Tony Reinke – O Vingador | Voltemos Ao Evangelho

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Dia das Mães e Casais Estéreis - Russel Moore

O Dia das Mães é um dia particularmente sensível em muitas congregações – algo que pastores e líderes muitas vezes nem o sabem. Isto é verdade até mesmo em congregações que não focam o culto inteiro no evento, como se ele fizesse parte do calendário litúrgico da igreja. Mulheres estéreis, e muitas vezes seus maridos, ainda estão frequentemente sofrendo às sombras.
É bom e certo honrar as mães. A Bíblia nos comanda tal atitude. Jesus o faz com sua própria mãe. Nós devemos reconhecer, contudo, que muitas mulheres inférteis acham este dia praticamente insuportável. Isso não é (necessariamente) porque estas mulheres estão amarguradas ou invejosas. O dia é simplesmente um lembrete de desejos não realizados – desejos que são bons.
Alguns pastores, admiravelmente, mencionam em suas pregações e orações aquelas que querem ser mães, mas não tiveram suas orações respondidas. Alguns reconhecem aquelas que não são mães de crianças como mães para o resto da congregação, enquanto elas discipulam espiritualmente filhas na fé. Isto é mais que um “alô” para aquelas que não têm filhos. É um chamado à congregação para alegrar-se naqueles que cuidam sabiamente da igreja como “mães”, e é um convite à igreja para lembrar-se daqueles que anseiam desesperadamente ouvir um “Mamãe” sendo dirigido a elas.
O que aconteceria se os pastores e líderes da igreja reservassem um dia para orar por filhos para as estéreis?
Em muitas igrejas o ministério de casais estéreis é relegado para grupos de apoio que se reúnem no porão da igreja durante a semana, cobertos pela escuridão. Agora, é verdade que os casais inférteis precisam uns dos outros. O tempo de oração e de aconselhamento com pessoas em circunstâncias semelhantes podem ser de grande ajuda.
Mas fazer apenas isto pode contribuir para a sensação de isolamento e até de vergonha naqueles que estão feridos desta maneira. Além disso, se a única vez que se fala em infertilidade é em uma sala com aqueles que atualmente são estéreis, alguém irá provavelmente enquadrar tal situação em termos bastante desesperados.
Na verdade, quase toda congregação está cheia de pessoas previamente inférteis, incluindo muitas a quem profissionais da medicina disseram que nunca teriam filhos! A maioria das pessoas (a maioria de nós, devo dizer) que se encaixam nessa categoria realmente não fala muito sobre isso, porque simplesmente não pensa de si mesmo nesses termos. O(s) bebê(s) está(ão) aqui, e a dor da infertilidade tem abrandado. Casais estéreis precisam ver outros que estavam na posição onde eles atualmente estão, mas que já ganharam a bênção que eles buscam.
E se, no final de um culto, o pastor chamasse qualquer pessoa ou casal que queira oração para ter filhos virà frente e, então, pedisse para outros na congregação se reunirem em torno deles e orar? Nem todas as pessoas lutando contra a infertilidade farão isso publicamente, e está tudo bem. Mas muitos irão. E mesmo aqueles com vergonha de vir à frente serão incentivados por uma igreja disposta a orar por aqueles feridos desta forma. O pastor poderia orar por um dom de Deus para que estes casais consigam filhos, seja através da procriação biológica ou por adoção, conforme o Senhor desejar em cada caso.
Independentemente de como você fizer isso, lembre-se dos inférteis enquanto o mundo que nos rodeia celebra a maternidade. A mulher de Provérbios 31 precisa de nossa atenção, mas a mulher de 1 Samuel 1 também.
Por Russell Moore © 2003-2012 The Southern Baptist Theological Seminary. Todos os direitos reservados.
Tradução e Adaptação: voltemosaoevangelho.com
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que adicione as informações supracitadas, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Pedido de Oração para UPA 24 em Icoaraci e muito +

     Chegou na residencia dos moradores da Cohab em Icoaraci um informativo de um Deputado Federal, dizendo que o mesmo conseguiu recursos para a construção do Pronto-Socorro de Icoaraci. Se é campanha eleitoreira eu não sei e nem me interessa. O que me interessa é que seja verdade. Pois canso de vê pessoas no inicio da noite sentadas guardando seus lugares para serem atendidas nos postos somente no outro dia.
     O informativo diz que a UPA 2 Horas, terá capacidade para atendimento de 450 pacientes dia. Uma equipe médica, composta de 6 médicos, incluindo clínico gral e pediatra. Com 20 leitos de observação. Serviços como urgência e emergência, Raixo-x, eletrocardiograma, pediatria, laboratório de xames e leitos de observação. Atendendo casos de pressão e febre alta, fraturas, cortes, infarto e derrame.
      Icoaraci é distante 18 km do centro de Belém, eu mesmo que tenho plano particular, muitas das vezes prefiro tomar algum remédio em vez de ir até o centro. E para completar nosso Distrito receber pacientes, do Distrito de Outeiro (ilha próxima) e Cotijuba (outra ilha), além de outros bairros. No momento Icoaraci dispõe de uma Pronto-Socorro sucateado e um Hospital (que já foi matéria até em circulação nacional), que teve alguns melhorias.
      Em minha ignorância particular, Icoaraci já deveria estar emancipada, pois temos mais de 200 mil habitantes. Muitos dizem que é inviável, eu penso como o Deputado Tiririca, "pior do que tá não fica", temos um comércio que começa ter uma visão melhor. Algumas industrias (principalmente madereiras), algumas multinacionais, um artesanato conhecido mundialmente. No entanto, deixa a desejar na Segurança Pública, saúde, educação e lazer.
         Icoaraci não tem um cinema, não tem uma casa de show digna de receber artistas de renome, temos praias impróprias, não tem teatro, uma praça de respeito, nenhuma academia ao ar livre, Shopping nem pensar, as melhores lojas de atacado e bens de consumo permanece em Belém. O turismo é pouco aproveitado, a Orla o ponto mais conhecido com seus restaurantes que tiram até o último centavo de tão caro. Não há uma variedade na comercialização, são sempre o mesmo ramo. Não tem nenhum quiosque de atendimento de telefonia celular. A Companhia de água está falida e a mais de 7 anos a grande maioria paga somente uma taxa pq a mesma tem a incapacidade de gerir todo o Distrito. As empresas de fast food, nenhuma franquia tem a audácia de abrir por aqui. E o atendimento é o mais triste, precisa ter uma reciclagem, um curso de Relacões Humanas. É um despreparo só. A saúde já foi comentada, A segurança, em alguns pontos deixa a desejar e a educação, infelizmente não vou nem entrar na esfera pública, mas digo que até os particulares são poucos que querem o comprometimento com a educação, visam o lucro e ainda parados no tempo. A Agência Distrital não tem autonomia, sempre precisa recorrer a Belém.
        Então para mim seria 8 ou 80. Vai ou racha!
       Icoaraci precisa de nossas orações, para se libertar das drogas, da violência no contexto geral e que atraia os olhos de empresários. Para que seus moradores não precisem se deslocar todos os dias para o centro da capital.
       Oremos por este Pronto-Socorro e que o os Icoaracienses encontrem Jesus!