domingo, 26 de agosto de 2012

O QUE DEUS PENSA DO SEXO ORAL?



Dani Marques

Já imagino o que você deve estar pensando: "Essa menina não bate bem da cabeça! Falar sobre sexo oral, colocar Deus no meio da história e ainda divulgar no facebook e twitter?" Bem, pensando desta forma realmente parece loucura, mas é uma loucura necessária. Aposto que o meu gráfico de estatísticas do blog vai lá no alto hoje, rs. Milhares de casais sofrem e não conseguem ter uma vida sexual plena porque têm dúvidas. Dúvida do que é certo e errado, dúvida do que Deus pensa a respeito do assunto e dúvida se realmente isso é tão importante para o homem.

Bom, como sempre, vou trazer respostas baseadas na minha fé. Sou cristã e tenho a Bíblia como meu grande manual de instruções. Muitos questionam se o que foi escrito na Bíblia é realmente verdade. Será que durante as traduções e cópias dos originais algumas coisas não se perderam ou foram alteradas? Sei lá! Pra falar a verdade, não tô nem aí pra isso. Pra mim, tudo se resume ao amor. Se pratico o amor (em toda e qualquer circunstância) estou cumprindo a Lei e agradando a Deus (Rm 13:9 e 10). Se o que a Bíblia me ensina tem a ver como o amor, acredito, coloco em prática e ponto final! Se você resolver estudá-la, vai logo perceber que o foco é sempre o amor. Não é à toa que quando foi questionado sobre o que devemos fazer para herdar a vida eterna, Jesus respondeu: "Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todas as suas forças e de todo o seu entendimento e Ame o seu próximo como a si mesmo... Faça isso e viverá!" Lucas 10

Pois bem, generalizando, falar em sexo oral é tabu dentro das igrejas. E não só dentro das igrejas, mas nos círculos de amizade e no meio familiar. Mas o grande problema é que prega-se muito sobre amor, paz, viver em comunhão, dar o dízimo, etc e etc e esquecemos que a grande maioria destas pessoas fazem sexo. Tudo isso que acabei de citar é importante também, mas se o sexo não está bom, o relacionamento conjugal também não está, e se o relacionamento conjugal não está, como viver bem nas outras áreas da vida? É complicado!

Vejam o desabafo de uma esposa: "Não gosto de sexo oral e meu marido sabe disso, mas faço porque ele quer. Parece que ele não se satisfaz só com o sexo comum. Mas quando há sexo oral nas nossas relações, ele nem mesmo sabe em que "estágio" eu estou, apenas se importa com o próprio prazer. Ele diz que isso o faz sentir amado, e que se não tiver sexo oral é tentado a cair na pornografia. Mas não é ele quem deveria resistir à tentação? Se ele cede e compra uma revista pornográfica, por que a culpa é minha? Por que sexo oral é errado? É por causa do egoísmo? Como o princípio bíblico de que nosso corpo não nos pertence, e sim ao nosso cônjuge, se aplica neste caso?"

Milhões de mulheres são assombradas diariamente com o fantasma desta dúvida. E por conta disso, muitas negam-se inclusive a fazer sexo. Já escrevi um post com o título Sexo é pecado? Se você tem alguma dúvida, recomendo que leia, porque hoje vou me restringir ao tema do sexo oral. A Bíblia em momento algum faz menção dele. Apenas o livro de Cantares nos dá uma visão de Deus sobre o amor sexual. Já no Novo Testamento, temos algumas pistas. O livro de Hebreus diz no versículo 13.4: "O casamento deve ser honrado por todos; o leito conjugal conservado puro; pois Deus julgará os imorais e os adúlteros.

Podemos entender então que um leito conjugal impuro, é aquele que permite o adultério e a imoralidade sexual. Bem, e o que vem a ser imoralidade sexual? As formas erradas de se praticar o sexo. Entre elas: fornicação (sexo fora do casamento), prostituição, adultério, incesto (sexo entre parentes muito próximos), pornografia, bestialismo (sexo com animais), pedofilia, swing, homossexualismo, entre outros. Paulo fala lá em 1 Cor 7: "...mas, por causa da imoralidade, cada um deve ter sua esposa, e cada mulher o seu próprio marido. O marido deve cumprir os seus deveres conjugais para com a sua mulher, e da mesma forma a mulher para com o seu marido." 

Este texto nos dá a entender que se casarmos, estaremos evitando a imoralidade sexual. Ou seja, o que for feito entre marido e mulher, não deve ser considerado imoralidade sexual, a não ser que seja feito sem amor, sem se preocupar com o outro. Quando aquela esposa desabafa dizendo que seu marido nem mesmo sabia em que estágio ela estava, quis dizer que durante a relação sexual houve egoísmo, ou seja, a necessidade de se satisfazer sem se preocupar com o outro. E não tem como atingir intimidade sexual desta maneira. O sexo não foi feito para nos satisfazermos, mas sim para satisfazermos o outro. Quando conseguimos entender desta maneira, tudo fica mais simples.


Então chegamos a seguinte conclusão: Se o seu marido te obriga a fazer o sexo oral, não existe amor, então está errado. Agora, se você sabe que para ele é prazeroso e faz para agradá-lo, sem culpa nenhuma, não há problema. Mas pode surgir a dúvida quanto ao seguinte versículo: "A mulher não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim o marido. Da mesma forma, o marido não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim a mulher. Não se recusem um ao outro, exceto por mútuo consentimento e durante certo tempo, para se dedicarem à oração. Depois, unam-se de novo, para que Satanás não os tente por não terem domínio próprio. Digo isso como concessão, e não como mandamento." 1 Cor 7:4-6
 
Novamente voltamos a questão do amor. Lembram que eu acabei de dizer que o sexo não foi feito para nos satisfazermos, mas sim para satisfazer o outro? Pronto, é exatamente isto que o texto está nos ensinando. Se eu amo o meu marido, não vou privá-lo da relação sexual e se eu sei que certos tipos de coisas dão prazer a ele, vou fazer porque meu maior desejo é satisfazê-lo! E se o marido pensa desta forma também, imagine que sexo maravilhoso terão?

Agora, sobre a questão de maridos que apelam para pornografia com a desculpa de que suas esposas restringem a relação sexual, quero dizer que os dois tem culpa no cartório! Esposa, quando você deixa de fazer sexo com seu esposo, não está amando-o. E se fornece à ele apenas o papai e mamãe, debaixo das cobertas e com a luz apagada, está empurrando-o para a imoralidade! Marido, se você deseja coisas novas na relação sexual, por que ao invés de correr atrás de outras mulheres ou da pornografia, não tem uma conversa franca com a sua esposa? Não seria maravilhoso poder realizar os seus desejos sexuais com a mulher que você ama? Esposa, não seria maravilhoso ver que seu marido se sente tão realizado com a relação sexual entre vocês que não sente mais o desejo de procurar outras mulheres, nem em pensamento?

Se sexo é amor e foi feito para satisfazer o outro, você tem amado o seu cônjuge como deveria?

*Vale lembrar que o sexo oral não é um carinho restrito apenas ao homem, as mulheres também podem recebê-lo.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Descobertas novas evidências arqueológicas sobre Sansão

Luta bíblica de Sansão contra um leão é comprovada por escavação 

Descobertas novas evidências arqueológicas sobre Sansão
Uma equipe de escavação arqueológica acredita ter encontrado em Israel um artefato que descreve a luta de Sansão com um leão, um a história narrada no Antigo Testamento.

O professor Shlomo Bunimovitz e o doutor Zvi Lederman, da Universidade de Tel Aviv, coordenam uma equipe que está escavando o “tel” de Beit Shemesh, nos colinas da Judeia, próximo a Jerusalém. Eles encontraram um pequeno “selo” de pedra circular, com menos de uma polegada de diâmetro, que retrata um homem com cabelo comprido lutando contra uma figura felina.

O artefato foi encontrado perto do rio Sorekm, que servia como a antiga fronteira entre Israel e os territórios filisteus. A datação aponta para o século 11 a.C.,  o que coincide com a data bíblica onde governavam os “juízes”, um dos quais era Sansão, de acordo com a Bíblia.

O jornal israelense Haaretz divulgou que alguns arqueólogos israelenses especulam que o selo não representa o Sansão bíblico, mas trata-se da história de um herói local que lutou com um leão e, mais tarde, foi associado ao relato da Bíblia sobre Sansão. Porém, os mais conservadores não veem discrepância entre o relato bíblico e a descoberta.

Esse grupo de arqueólogos também está fazendo uma pesquisa nesta região sobre as diferenças claras entre os filisteus, que atravessaram o Mar Egeu, os primeiros cananeus e os judeus.

Um dos elementos marcantes é que foi  encontrada uma grande quantidade de ossos de porco no território dos filisteus, mas não havia vestígios deste animal no território israelense. Isso  mostra que os habitantes locais optavam por não comer carne de porco, conforme os costumes bíblicos indicam.

Esses tipos de detalhes, disse Bunimovitz ao Haaretz, “estabelecem uma fronteira clara no processo social em que dois grupos hostis tiveram suas identidades formadas de maneira distintas, e como isso influencia suas fronteiras ainda hoje”.

No início de julho, uma expedição de arqueólogos norte-americanos encontrou o que acreditam ser uma imagem de Sansão em um mosaico na parede de uma sinagoga em Huqoq. Essa antiga aldeia judaica fica a poucos quilômetros a oeste de Cafarnaum, na Galileia.

“Esta descoberta é significativa porque um pequeno número de sinagogas antigas são decoradas com mosaicos que mostram cenas bíblicas. Apenas dois outros locais têm cenas com Sansão”, explicou em um comunicado Jodi Magness, da Universidade da Carolina do Norte, co-participante da escavação

Fonte: Gospel Prime com informações Telegraph e Christian Post

"Jesus poderia ter pecado? Se Ele não era capaz de pecar, como é que Ele é capaz de 'compadecer-se das nossas fraquezas' (Hebreus 4:15)? Se Ele não podia pecar, qual foi o propósito da tentação?"



Resposta: Essa pergunta é dividida em duas categorias. É importante lembrar que essa não é uma questão de se Jesus pecou ou não. Os dois lados concordam, como a Bíblia claramente ensina, que Jesus não pecou. A questão é se Jesus poderia ter pecado. Aqueles que defendem a impecabilidade de Cristo acreditam que Jesus não poderia ter pecado. Aqueles que defendem a pecabilidade de Cristo acreditam que Jesus poderia ter pecado, mas não pecou. Qual opinião é a correta? O ensinamento claro das Escrituras é que Jesus era impecável – Ele não poderia ter pecado. Se Ele pudesse ter pecado, Ele poderia pecar ainda hoje, pois ainda retém a mesma essência de quando estava aqui na terra. Ele é o Deus-homem – e vai permanecer para sempre assim, possuindo divindade completa e humanidade completa; ambas fazem parte de Seu ser de tal forma que não poderiam ser divididas. Acreditar que Jesus poderia pecar é acreditar que Deus poderia pecar. Colossenses 1:19 diz: "porque aprouve a Deus que, nele, residisse toda a plenitude". Colossenses 2:9 diz: "porquanto, nele, habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade."


Apesar de Jesus ser 100% humano, Ele não nasceu com a mesma natureza pecaminosa com a qual nascemos. Ele certamente foi tentado da mesma forma que somos tentados, isto é, que tentações foram a Ele apresentadas por Satanás, mas mesmo assim permaneceu sem pecado porque Deus é incapaz de pecar. É contra a Sua natureza (Mateus 4:1; Hebreus 2:18, 4:15; Tiago 1:13). Pecado é por definição uma transgressão da Lei. Deus criou a Lei, e a Lei é por natureza o que Deus faria ou não; portanto, pecado é qualquer coisa que Deus não faria por Sua própria natureza.



Ser tentado não é em si mesmo pecaminoso. Uma pessoa poderia tentá-lo com algo que você não tem desejo nenhum de fazer, como cometer assassinato ou participar em perversões sexuais. Você provavelmente não tem nenhum desejo de participar desses ações, mas ainda sim foi tentado porque alguém apresentou-lhe a possibilidade. Há pelo menos duas definições de tentado:



1) Tentado – Ter-lhe proposta uma oferta pecaminosa por alguém ou algo fora de você mesmo ou por sua própria natureza pecaminosa.



2) Tentado – Considerar participar em um ato pecaminoso, seus possíveis prazeres e consequências de tal forma que esse ato já esteja acontecendo em sua mente.



Jesus sabe o que significa ser tentado, mas Ele não sabe o que é pecar. Isso não O impede de nos ajudar. Somos tentados com pecados comuns ao homem (1 Coríntios 10:13). Esses pecados geralmente podem ser resumidos em três tipos diferentes: a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida (1 João 2:16). Examine a tentação e pecado de Eva, assim como a tentação de Jesus, e você vai perceber que a tentação para ambos veio dessas três categorias. Jesus foi tentado de toda forma e em toda as áreas nas quais somos tentados, mas permaneceu perfeitamente santo. Apesar de nossas naturezas corruptas terem o desejo interno de participar em alguns pecados, temos a habilidade de superar o pecado porque não somos mais escravos do pecado, mas sim escravos de Deus (Romanos 6, principalmente versos 2 e 16-22).



Aqueles que defendem a pecabilidade acreditam que se Jesus não poderia ter pecado, Ele não poderia ter realmente experimentado uma verdadeira tentação e, portanto, não poderia verdadeiramente compadecer-se com as nossas dificuldades e tentações contra o pecado. Precisamos lembrar que não é necessário experimentar algo para poder compreendê-lo. Deus sabe tudo sobre tudo. Mesmo que Deus nunca teve o desejo de pecar, e certamente nunca pecou – Ele ainda sabe e entende o que pecado é. Deus sabe e entende o que significa ser tentado. Jesus pode sim se identificar com nossas tentações porque Ele sabe tudo.... não porque Ele tem “experimentado” de exatamente todas as coisas como nós.


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