domingo, 28 de outubro de 2012

Minha Filha passou por uma cirurgia - Uma Prova de Fogo p Mim!

      Como muitos sabem, já passei por período de depressão, pelo pânico e tantas outras coisas. Há três anos e dois meses afastado do meu emprego. Com idas e vindas a médicos.
       No dia 4 do corrente mês voltava do centro com um amigo de longa data que já não mora na minha cidade. Quando telefone tocou num era minha esposa no outro minha mãe dizendo que minha filha chorara muito de dor, já tivera vomito e diarreia. Minha filha que tem 8 anos nunca foi de está chorando. Até pq a bichinha já passou momentos ruins aqueles típicos da idade, garganta e etc... Estranhei e decidi que iria primeiro chegar em casa. sabe como é mãe e avó sempre são exageradas.
        Ao chegar em casa, logo que cheguei, vi ao lado direito de sua barriga uma mancha escura, mas pensei que fosse de ter vindo da claridade para uma parte com penumbra. Porém a chegar mais próximo vi q aquela mancha era em seu corpo mesmo e estranhei e disse para mim mesmo que aquilo não era apenas uma infecção intestinal, mas algo me dizia que era mais grave. Quando tive aquela certeza em meu coração instantaneamente aquela mancha se desfez. Pois quando é algo menos complexo ainda nos aprontamos para ir a urgência. Pedi para que ela se levantasse e me disse que ao levantar a perna direita ali naquela região onde estivera a manhã doía. Trabalhei durante dois anos na urgência (como atendente) e vi diversas vezes crianças chegando com quadro parecido do que se apresentara minha filha. E geralmente o quadro era apendicite. O apêndice que os médicos dizem que não serve pra nada fica no final do intestino grosso e as vezes inflama, o motivo pode ser fezes que se acumulam ou até vermes.  
        Então tratamos de conseguir um carro, pois ela não conseguia ficar sentada, moramos distante mais de 20 km do hospital de urgência/emergência, falando com um irmão da nossa igreja e rumamos para lá.
        Através dos exames e da chegada do cirurgião pediátrico foi confirmado apendicite. Paralelo a nós tinha uma menina tb com suspeita. Durante a espera do cirurgião minha filha fez uma pergunta "o que nós estávamos escondendo dela" Gente foi uma das experiências que não sei denominar quando o cirurgião começou explicar para a menina do lado qual procedimento seria feito se o dela fosse necessário intervir cirurgicamente. Quando olhei p minha filha ela ouvia atentamente e deitada de lado as lagrimas caiam, aquilo foi triste pra mim, até agora me emociono. Ela não choramingava, não tinha birra, apenas desciam as lagrimas. Depois ao fazer o toque nela ela confirmou justamente com os exames e foi preencher a guia de internação. Minha esposa desabara, minha filha estava sem beber e comer desde da manhã da então terça feira, com autorização demos um alimento leve para ela. Transferida para o hospital a cirurgia seria na quarta somente as 18 horas. Mais no período que ficamos na urgência a avó da outra garotinha se fez presente me nossas vidas com suas conversas, conselhos, leitura da Bíblia e orações. Outro momento forte foi quando minha menina disse a mim: "Pai não dá pra tomar um remédio apenas?" a resposta negativa a levou a um frase que me marcou "tenho medo que ocorra algo de errado comigo" e disse que Jesus estava conosco e expliquei o procedimento a ela do remédio para dormir e ao acordar apenas existiria um pequeno corte.
         Liguei para o zelador da igreja para orar e comunicar ao grupo de oração das 18 horas sobre o fato, mas tarde falei com o Pastor e sua esposa, sabendo que por recomendações médicas não posso me emocionar se colocaram a disposição para conversa e qualquer outro apoio.
         A cirurgia estava marcada para as 18 horas, chegando as 17:30 trocamos sua roupa e ela perguntou como fariam a cirurgia uma vez que ela estava usando aquela roupa do hospital ao saber que ficaria nua na frente dos médicos disse: "Esse pessoal não tem respeito mesmo" rimos um pouco. Minha esposa leu uma histórinha da turma da Mônica quando bateram na porta.
video

       Era a técnica de enfermagem dizendo que estava na hora, andando pelo corredor até chegar ao Centro Cirúrgico  eu olhei para minha filha que segurava minha mão exatamente como fazemos ao ir para igreja e ao atravessar a rua ela segura mais firme, sobretudo, quando está com medo. E assim estava fazendo naquele corredor, eu a olhei e vi novamente suas lagrimas caindo, minha esposa seguia atrás. Chegando tirei algumas duvidas com o anestesista, antes disse para minha filha, lembrando da música que cantara apenas o refrão a tarde toda da segunda-feira "Grandes Coisas" do Fernandinho.

        Disse que grandes coisas Deus iria fazer naquela tarde e que Jesus o Amigo Fiel já estava ali lhe esperando e iria orientar aquela equipe. E que sua mãe e seu pai estava ali do lado de fora esperando ela voltar. Quando a vi indo segurando a mão de outra pessoa lá para dentro aquilo cortou meu coração, "sózinha" com pessoas que não conhecia, com medo. Foi algo que não posso descrever.
         Quando as portas se fecharam, minha esposa desabou em prantos, então a acalmei e disse que chorar não resolveria, tínhamos ali todo arsenal possível, Bíblia, Celular (para entoar cânticos  e nossa fé para firmar a certeza de que tudo iria ocorrer bem. Todas as coisas cooperam para aqueles que amam a Deus.   Romanos 8:28.
        Num determinado momento toda história dos últimos três anos veio a minha mente e quanto minha filha foi importante neste processo. E pensei que se sua missão já estava cumprida, a qual foi me tirar do buraco escuro, onde me encontrava. Então que Deus me dessa condições de entender.
        Cantei muitas músicas é claro que chorei, Jesus chorou (não estou dizendo que sou Jesus, mas no sentido que ele se sensibilizou com as circunstancias). Mais uma música foi e me marca até hoje:


        Parecia uma eternidade aquela cirurgia, mas cada frase desta música eu me pegava como a verdade absoluta (é a verdade absoluta). E no final dela as portas se abriram e minha filha estava lá viva. "Por que não há ferrolho nem porta que se fechem diante de sua voz".

domingo, 7 de outubro de 2012

Uma Corrida de Taxi


Uma corrida de táxi
lovely old lady
Quando cheguei ao endereço, apertei a buzina e esperei alguns minutos. Ninguém apareceu, então sai do carro e fui até a porta, após bater pude ouvir uma voz frágil e que aparentava ser idosa dizendo: "Só um minuto."
Durante algum tempo fiquei ouvindo algo ser arrastado lá dentro, até que a porta se abriu e revelou uma senhora, que aparentava ter noventa anos. Ela vestia uma roupa que mais parecia ter saído de um filme dos anos 40, na mão trazia uma pequena mala.
O apartamento parecia não ser habitado há anos e todos os móveis estavam cobertos com lençóis brancos, dando uma sensação fantasmagórica ao lugar. Em um canto havia um caixa de papelão cheia de fotos antigas.
"Você carrega para mim?", perguntou a pequena senhora oferecendo a mala. Rapidamente a peguei e levei até o carro. Voltei então para ajudar a mulher. Ela segurou meu braço e caminhamos lentamente, lado a lado, até o meio fio.
Várias vezes ela agradeceu por minha bondade, mas respondi: "Não é nada. Apenas trato meus passageiros como gostaria que as pessoas tratassem minha mãe." E ela respondeu: "Oh, você é tão querido garoto."
Quando chegamos ao táxi ela me deu um pedaço de papel com endereço e pediu: "Gostaria de ir passando pelo centro." Logo respondi: "Esse não é o caminho mais curto até sue destino." Com o olhar triste ela falou: "Oh, eu não me importo, não tenho pressa. Estou a caminho do asilo..."
Olhei pelo retrovisor e pude ver os olhos dela cheios de lágrimas: "Eu não tenho mais nenhum familiar e o médico disse que não tenho muito tempo." Ouvindo isso, lentamente estendi a mão para o taxímetro e o desliguei.
"Que caminho gostaria de fazer." Perguntei a ela.
Durante horas nós andamos por diversos lugares da cidade. Cada local trazia uma lembrança a velha senhora, primeiro um prédio onde havia trabalhado como operadora de elevador, depois mostrou-me um lugar onde havia vivido com seu marido quando eram recém casados. Em um momento me fez parar em frente a um depósito, que nopassado havia sido um salão de festa, onde ela costumava dançar quando ainda era uma menina.
Algumas vezes ela pedia para eu ir mais devagar ou mesmo parar, nesses momentos ela ficava calada olhando para alguma construção, sem falar nada...
Quando o sol estava nascendo ela falou: "Estou cansada, vamos agora."
Levei-a até o endereço que me havia dado antes. Chegando lá pude ver o pequeno prédio pintado de branco, que ficava no meio de um grande pátio, onde parei com meu carro.
Assim que parei dois enfermeiros vieram busca-la e quando peguei a mala, já a encontrei sentada num cadeira de rodas. "Quanto lhe devo", perguntou a pequena mulher.
"Nada", eu respondi.
"Mas você tem que ganhar a vida", ela argumentou.
"Existem outros passageiros."
Sem pensar, me curvei e lhe abracei. Ela me segurou forte e falou no meu ouvido: "Você deu a uma velha um momento de alegria. Obrigado."
Eu apertei sua mão e ela foi levada. Atrás de mim uma porta fechou, era o som de uma vida se fechando.
Sai dali meio perdido e pelo resto do dia mal consegui falar.
E se aquela mulher tivesse pegado um motorista impaciente ou com raiva? E se eu tivesse recusado pegar ela ou mesmo ido embora depois de buzinar?
Naquele momento pensei que nunca havia feito nada melhor na minha vida. Nós vivemos pensando que nossas vidas giram em torno de grandes momentos, mas eles surgem quando menos esperamos e podem parecer pequenos quando visto pelos outros, mas a importância dele está no que sentimos durante.
As pessoas vão esquecer o que você disse, as pessoas vão esquecer o que você fez, mas as pessoas nunca esquecerão como você as fez sentir.
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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Precisamos de Doação de Sangue


Gente precisamos de DOADORES DE SANGUE para um irmão em Cristo, pode ser qualquer tipo de sangue, basta ir no HEMOPA e dizer que é em favor de PEDRO OLIVEIRA DA PAIXÃO q está hospitalizado no HOSPITAL OFIR LOYOLA. Se sua tipagem sanguínea não for a mesma dele, seu sangue ficará no Banco de Sangue e retirarão outro compatível com o dele.

HEMOPA Trav. Pe. Eutíquio, 2109, Batista Campos 
Fone:3242-9100 e 0800-280-8118 Referencia Praça Batista Campos.