terça-feira, 28 de março de 2017

Musicas que Amamos 1

  Você escuta uma música e ela lhe trás lembranças, sentimentos. A música "demais", cantada por Verônica Sabino, tem tres momentos para mim. O primeiro momento é o da minha infância tocada em uma novela global: Selva de Pedra em 1986. Faz lembrar-me de uma época linda, sem as preocupações dos dias de adultos. Da minha mãe sentada a frente da tv a noite fazendo chopp (geladinho, sacolé). Verônica tem uma voz suave e vou usar o termo "limpa". Confira neste clip:

O segundo momento já é na fase da adolescência quando escutava esse tipo de música e imaginava curtindo com alguém, namorando uma linda menina, saindo com ela, aquela cena clichê das trocas dos olhares, abraços e beijos. Todas as noites antes de pegar no sono (e para ter sono imagina alguém ao meu lado ao contrário de que muitos pensam só fui virar galã depois da maior idade, rsrsrs).
Por fim chegamos ao terceiro momento e neste se realiza então o sonho da adolescência. Namorei uma garota do interior, onde nos víamos praticamente nos finais de semana e feriados. Ela morava num sitio, muita arvores, frutas, pássaros. Mais tem uma parte da música que remonta toda uma história "A chuva que esse vento traz...". Na varanda daquela casa, quando chovia era algo maravilhoso o som da chuva no telhado, a força do vento nas arvores, o friozinho e nós ali deitados na rede. Encaixadinhos, trocando caricias, se olhando, abraçando e nos beijando.
Isso era todos os sonhos que tivemos e planejamos. Planejávamos demais, demais. E na época sonhávamos e planejávamos nossas vidas juntos. Foi inevitável, casei com essa menina, que lembro, a chamava de Minha Bonequinha. 
Obrigado Verônica essa música me marcou demais, demais.

terça-feira, 14 de março de 2017

A Lei do Retorno!

A Lei do Retorno
Hoje, eu (Gera Wellington) acredito na Lei do Retorno, mais do que antes. Tudo o que desejas, pratica para o outro depois voltará para você.
Por exemplo, se um dia eu engano um amigo, mais tarde não necessariamente este amigo me enganará, mais outra pessoa fará isso. Se minhas palavras para que alguém é que ele se de mal na vida (principalmente naquilo que ele mais deseja), cedo ou tarde também terei a minha frustração no que sempre desejei.
Penso no cuidado do que tenho que falar e desejar ao outro e quando desejar tentar repudiar tal desejo dentro de mim, treinando mentalmente tais pensamentos e colocando diante de Deus para me ajudar nesse processo de cura.
Para mim quando acontece tal lei, é uma forma de equilibrar as coisas. Seria justo eu ser mal com alguém por puro... “meu santo não bateu com o dele!” ou seria justo eu magoar, ser negligente, ruim, enganoso com alguém e está pessoa nem ao menos sequer ter a chance de reagir? Você por um motivo o outro (até estressado por problemas como família, trabalho ou doença), humilha ou perde a paciência com o seu funcionário ou com o atendente da loja e ele na posição de submissão não reage, ficando ali calado ouvindo todo o sua descarga e sem ao menos ter defesa, é justo? Horas, dias, meses ou anos mais tarde os ponteiros se ajustarão, chegará o dia que passarás algo que lhe remeterá para o dia que humilhastes aquela pessoa ou no mínimo te levará a dizer: “caramba porque aconteceu isto comigo, não sou essa pessoa má, não é justo!”. E neste momento tua Consciência ou o Espírito Santo ou teu Mentor Espiritual (como queira chamá-los) te despertarão para dizer quem és.

O importante disso tudo é esse despertar e a mudança para como poderemos ser e este mudar não tem que ser por causa do medo da Lei do Retorno e sim para ser uma pessoa melhor. Melhor diante de si mesma e diante do Pai da Criação.